SERVIÇOS

Modelos de atuação para estruturar estratégia e execução

Consultoria e mentoria para organizações e lideranças que precisam transformar complexidade em clareza operacional. Cada atuação define escopo, cadência, indicadores e entregáveis mínimos.

Guilherme Atsumi em ação

O que aparece na prática

Trechos anônimos (pesquisa). Foco em execução, clareza e estrutura.

“Transforma ideias em realidade e estrutura o caminho para acontecer.”

“Consegue ver a solução por etapas e conduzir o diálogo até o objetivo.”

“Cria pontes entre pessoas e áreas — desfaz nós e gera confiança.”

“Não enrola e não se enrola — quando quer que algo aconteça, vai lá e faz acontecer.”

“Cria pontes entre pessoas, ideias e grupos. Remove obstáculos e promove colaboração.”

Modelos de atuação

Em vez de escolher por “tema”, escolha por necessidade e estágio. A modalidade define profundidade, prazo, governança e nível de implementação.

Sprint estratégico (diagnóstico → direção → plano executável)

Para quando há esforço, mas falta clareza: prioridades, decisões, recorte e cadência. Indicado para início de ciclo, reestruturações, crescimento acelerado ou contexto de ruído entre áreas.

Quando usar

  • Estratégia desconectada da execução (muitas iniciativas, pouco resultado)
  • Decisão lenta ou politizada; dependências informais
  • Portfólio fragmentado (produto, operação, CS, engenharia “puxando” para lados diferentes)
  • Necessidade de direção clara em 2–6 semanas

O que acontece

  • Diagnóstico de contexto: dores, restrições, stakeholders, riscos
  • Critérios de decisão e recorte (o que entra / o que não entra)
  • Objetivos e resultados esperados (OKRs/KPIs, quando fizer sentido)
  • Mapa de iniciativas com priorização e trade-offs explícitos
  • Cadência de execução e governança mínima (fóruns, responsabilidades, rituais)

Entregáveis mínimos

  • Diagnóstico sintetizado (hipóteses + evidências)
  • Direção e critérios (princípios, trade-offs, decisões)
  • Plano tático (iniciativas, marcos, indicadores e cadência)
  • Modelo de governança leve (RACI, fóruns, rituais)

Formato: 2–6 semanas (intensivo).

Projeto estruturado (desenho + implementação assistida)

Para estruturar de forma durável processos, governança e modelo operacional. Indicado quando a organização precisa sair do improviso e criar execução sustentável.

Escopos típicos

  • Arquitetura de processos e handoffs entre áreas (AS IS → TO BE)
  • Modelo operacional e interfaces (Produto, Engenharia, CS, Operações)
  • Governança de execução: rituais, responsabilidades, decisões
  • Indicadores e dashboards (gestão por evidência)
  • Jornadas críticas (onboarding, ativação, adoção, suporte, retenção)

Como é conduzido

  • Diagnóstico e mapeamento (processos, decisões, artefatos, gargalos)
  • Desenho do alvo (TO BE) com critérios explícitos
  • Plano de implementação (sequência, riscos, dependências, ownership)
  • Ritualização e documentação mínima para adoção
  • Revisões por evidência (ajustes com base em sinais do sistema)

Entregáveis e formatos

  • Blueprint do modelo operacional (papéis, rituais, fóruns, interfaces)
  • Mapas de processo e decisões (com critérios e pontos de controle)
  • RACI e responsabilidades
  • KPIs/OKRs + dashboards
  • Kit de adoção (rotinas, templates, checklists)

Formatos: projeto fechado por escopo, ou por fase.

Liderança (governança contínua e execução)

Para sustentar ritmo e qualidade ao longo do tempo, com governança e integração entre áreas. Indicado quando há portfólio relevante, múltiplas dependências e necessidade de previsibilidade.

Modalidades

  • PM/Project Lead (execução ponta a ponta)
  • PMO (portfólio, cadência, riscos, priorização)
  • Modelo de operaçoes (interfaces entre Produto/Eng/CS/Ops)
  • Governança executiva (fóruns, decisões, critérios, indicadores)

O que acontece na prática

  • Gestão de escopo, marcos, caminho crítico e capacidade
  • Riscos, dependências e impedimentos (tratamento sistemático)
  • Comunicação com stakeholders (status, decisões, alinhamentos)
  • Gestão de mudanças e controle de impacto
  • Melhoria contínua (lições aprendidas e ajustes por evidência)

Outputs esperados

  • Mais previsibilidade (menos surpresa, mais cadência)
  • Decisões mais rápidas (critérios e fóruns claros)
  • Menos retrabalho (interfaces desenhadas, handoffs explícitos)
  • Gestão por indicadores (sinais do sistema, não “achismos”)

Formato: retainer mensal, com cadência semanal/quinzenal.

Mentorias (execução, liderança e transição)

Mentorias são estruturadas como ciclos: diagnóstico, plano aplicável e acompanhamento. O foco é critério, decisões e execução com evidênciam não conversa infinita.

Startups e projetos (impacto e execução)

Para estruturar operação, clarificar demanda e criar plano de execução com cadência e evidência. Experiência em ecossistemas e iniciativas como Gerando Falcões, ExpoFavela e TETO.

  • Recorte do problema e critérios de decisão
  • Backlog aplicável (agora/depois/por quê)
  • Governança mínima (rituais e responsabilidades)
  • Métricas de progresso (aprendizado, impacto, sustentabilidade)

Formatos: 1:1, grupos, programas com ciclo.

Lideranças e times

Para aumentar capacidade de decisão e execução em ambientes complexos: autonomia, alinhamento, governança e clareza operacional.

  • Priorização, delegação e trade-offs
  • Rituais de gestão e acordos operacionais
  • Interface entre áreas (redução de atrito e retrabalho)
  • Negociação e gestão de conflito (quando aplicável)

Formatos: 1:1, liderança de área, workshops.

Transição de carreira

Estruturação de narrativa, posicionamento e plano de execução para transições (cargo, área, setor, país). Abordagem por hipóteses, testes e iteração.

  • Direção e restrições (energia disponível, trade-offs)
  • Posicionamento e storytelling
  • Plano 4–8 semanas com metas e evidências
  • Acompanhamento e ajustes por resultado

Formato: ciclo fechado + acompanhamento.

Conteúdo, aulas e palestras (educação aplicada)

Desenvolvimento de conteúdo e experiências de aprendizagem: cursos, workshops, materiais assíncronos e palestras. Para temas e detalhes, ver Docência →

O que eu entrego

  • Trilhas e currículos (aplicação + evidência)
  • Conteúdo assíncrono (texto, vídeo, exercícios, avaliação)
  • Workshops práticos (instrumentos, dinâmicas e facilitação)
  • Palestras (governança, execução, processos, produto, educação, impacto)

Quando faz sentido

  • Capacitar times sem “treinamento teórico” improdutivo
  • Padronizar critérios (decisão, priorização, governança)
  • Aumentar maturidade de execução com instrumentos aplicáveis
  • Criar linguagem comum entre áreas

Formato: sob demanda (organização, evento ou programa).

Como funciona

Uma estrutura simples para reduzir ruído e acelerar entrega com qualidade.

  1. Diagnóstico — contexto, objetivos, restrições, stakeholders e sinais de sucesso.
  2. Desenho — fluxos, governança, métricas e rotinas (critérios explícitos).
  3. Implementação — ritualização, documentação mínima e capacitação.
  4. Evolução — ajuste por evidência: indicadores, feedback e melhoria contínua.

Vamos estruturar seu sistema de execução

Se existe esforço, mas falta clareza, governança e previsibilidade, a conversa inicial foca em contexto, restrições e resultado esperado.